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domingo, 8 de março de 2015

Mundo globalizado

 
Escultura/Vaticano
 
Campanha da Fraternidade
(Parte I) 
Igreja e Sociedade: Convergências e Divergências
 
A sociedade brasileira conhece grande pluralismo desde o início, com sua matriz étnica de origem europeia, africana e indígena. E, com os atuais meios de comunicação e transporte, a sociedade brasileira inseriu-se no mundo globalizado.
O pluralismo pode trazer não só oportunidades e benefícios, ao conceder maior liberdade às pessoas, mas também a perda e relativização
de referências culturais.
 
 (Texto-base CF-2015/Pe Luiz Carlos Dias)
 
 Foto: Carla Fernanda B de Melo 

sábado, 7 de março de 2015

Face A Face É Melhor!


Basílica de São Marcos/ Veneza/Itália
 
 
Campanha da Fraternidade
(Parte II) 
Igreja e Sociedade: Convergências e Divergências
 
As redes de comunicação pela internet e pelos celulares, via tablets e computadores pessoais, permitem novas formas de sociabilidade e de conhecimento. Possibilitam novas formas de organização, novas comunidades e sentimentos de pertença. Mas a imensa quantidade de informações disponível pode contribuir para a fragmentação e o enfraquecimento para a capacidade de discernimento relativa às questões ético-morais. Diante do risco da intenção e comunicação virtuais, frágeis e superficiais, deve-se valorizar a relação face a face, pois pode gerar mais compromissos.
 
(Texto-base CF-2015/Pe Luiz Carlos Dias)
 
 Fotos: Carla Fernanda B de Melo 

sexta-feira, 6 de março de 2015

Não Ao Laicismo!

Presépio do Vaticano/Janeiro de 2015
Belém "In Ópera"



Campanha da Fraternidade
(Parte III) 
Igreja e Sociedade: Convergências e Divergências
 
Outro elemento que permeia a sociedade brasileira
é a laicidade, doutrina que quer a constituição de um estado
sem interferência de um religião específica, para garantir a
liberdade religiosa e o sadio pluralismo.
A Igreja reconhece a laicidade, mas repudia o laicismo,
proposta que hostiliza qualquer forma de relevância
política da fé e procura desqualificar o empenho
social e político das religiões.
  
(Texto-base CF-2015/Pe Luiz Carlos Dias)
 
 Fotos: Carla Fernanda B de Melo 

quinta-feira, 5 de março de 2015

Igreja E Sociedade

 
Catedral Saint Margaret's/Londres.
Igreja fundada por monges beneditinos

Fundada no século XII e reconstruída
entre 1486 e 1523. 
 
Campanha da Fraternidade
(Parte IV)
Igreja e Sociedade: Convergências e Divergências
 
Perpassa a sociedade atual a cultura do descartável, que, segundo o papa Francisco, considera o ser humano, como um bem de consumo e, após usá-lo, o lança fora. Assim, os excluídos não são somente explorados, mas resíduos, sobras (EG 53).
Em contraposição a esta cultura, a sociedade também apresenta sinais do novo em muitos homens e mulheres, crentes ou não, que se empenham em construir uma cultura mais adequada à realização humana. Uma cultura de respeito à consciência de cada um, de tolerância e abertura à diferença e às diferentes culturas, pela solidariedade com todo o criado, pela rejeição das injustiças
e pela sensibilidade para com os pobres.
 
(Texto-base CF-2015/Pe Luiz Carlos Dias)
 
 Fotos: Carla Fernanda B de Melo

terça-feira, 3 de março de 2015

Eu Vim Para Servir

Campanha da Fraternidade 2015
 
Tema: “Fraternidade: Igreja e Sociedade”
Lema: “Eu vim para servir”
 (cf. Mc 10,45)
 

O cartaz retrata o Papa Francisco lavando os pés de um fiel
na Quinta-feira Santa de 2014. A igreja atualiza o gesto de Jesus Cristo
ao lavar os pés de seus discípulos. O lava-pés é expressão de amor capaz de levar a pessoa a entregar sua vida pelo outro. É com este amor que todo ser humano é amado por Deus em Jesus Cristo. Ao entregar-se à morte na cruz e ressuscitar, como celebramos na Páscoa, Jesus leva em plenitude o Eu vim para servir
(cf. Mc 10,45).
 
 
 
Fonte: http://www.cnbb.org.br/outros/dom-orani-joao-tempesta/15893-campanha-da-fraternidade-2015

segunda-feira, 17 de março de 2014

Campanha Da Fraternidade/2014


 Como acontece todos os anos, no início da Quaresma, a CNBB lançou  a Campanha da Fraternidade de 2014. O tema é tráfico humano. O objetivo da Conferência é despertar para esse crime que vem crescendo nos últimos anos.
 
Entenda o significado do cartaz:
 
1- O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítima que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.
 
2- Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
 
3- As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime, e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
 
4- A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos.